INFLUÊNCIA DO TAMANHO E DO BENEFICIAMENTO NA INJÚRIA MECÂNICA DE SEMENTES DE AMENDOIM

RUBENS SADER, CIBELE CHALITA E LUIZ GERALDO TEIXEIRA

 

Os objetivos da presente pesquisa foram o de avaliar os efeitos do tamanho e do beneficiamento na injúria mecânica de sementes de amendoim, verificar em qual (is) etapa (s) do processamento o dano é maior e estudar a viabilidade de adoção do teste do cloreto férrico para detecção da injúria causada às sementes. Foram analisados através dos testes de pureza, germinação de emergência (I.V.E.), matéria seca de plântulas, comprimento de plântulas, envelhecimento precoce, tetrazólio e cloreto férrico os danos da injúria mecânica causada às sementes de amendoim. O delineamento estatístico adotado foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial (7 x 3) com 4 repetições, representando 7 o número de etapas do beneficiamento por que passaram as semente, ou seja: 1. Debulha manual; 2. Debulhador; 3. Classificador; 4. Coluna de ar; 5. Silo; 6. Mesa gravitacional; 7. Tratador; e 8. O número de peneiras em que as sementes foram classificadas (Peneiras 18, 20 e 22). Os resultados obtidos mostraram que a passagem das sementes pelo debulhador foi a etapa que causou maior injúria às mesmas, reduzindo consideravelmente a porcentagem de semantes puras, a germinação, o vigor e a viabilidade. De um modo geral, quanto maior o tamanho das sernentes maior o grau de injúria sofrido por elas, resultando numa diminuição da porcentagem de sementes puras, germinação, vigor e viabilidade, O teste de cloreto férrico mostrou-se inadequado para avaliar o grau de injúria causado às sementes, apresentando resultados controvertidos.



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