MATURAÇÃO FISIOLÓGICA E RETARDAMENTO DE COLHEITA DE SEMENTES DE CROTALÁRIA (Crotalaria juncea L.)

AMÁLIA ESTELA MOZAMBANI, RUBENS SADER E LUCIANA ROSSINI PINTO

 

O objetivo da presente pesquisa foi o de estudar a maturação fisiológica e o retardamento de coheita de sementes de Crotalaria juncea L. As sementes foram coletadas em 17 semanas consecutivas, a partir da formação das vagens, em 26 de março de 1991 (112 dias após a semeadura ? d.a.s.), até 10 de julho de 1991, aos 224 dias após a semeadura. Foram avaliados o teor de umidade, as dimensões (comprimento, largura e espessura), a matéria seca, a germinação e o vigor (12 contagem de germinação, índice de velocidade de emergência, matéria seca de plântulas e envelhecimento precoce). Analisando-se os dados obtidos, verificou-se que a maturação fisiológica das sementes (máxima germinação e vigor) ocorreu aproximadamente aos 182 dias após a semeadura, não coincidindo com a matéria seca de sementes e de plântulas, com um teor de umidade de aproximadamente 44%. A colheita de sementes deveria ser realizada aos 203 d.a.s., com um teor de umidade de 11%. O decréscimo no vigor foi observado aos 189 d.a.s., causado pela exposição aos fatores adversos climáticos no campo. Foram observadas ocorrência de sementes duras, que levaram a uma queda na percentagem de germinação e primeira contagem de germinação.



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