QUALIDADE DE SEMENTES DE FEIJÃO ARMAZENADAS EM EMBALAGENS PLÁSTICAS RESISTENTES A TROCAS DE UMIDADE

CELSO CAPPELLARO, LEOPOLDO BAUDET, SILMAR PESKE E GILBERTO ZIMMER

 

O presente trabalho teve por objetivos avaliar a eficiência de dois tipos de embalagens plástias quanto ao comportamento da umidade e ao efeito na qualidade de sementes de feijão (Phaseolus vulgaris L.) cultivar Guateian-6662, armazenadas durante 240 dias, com teores de água de 9,6, 10,3, 11,3, e 12,4%. O armazenamento em condições ambientais ocorreu de abril a novembro de 1991, em sacos plásticos com tampa rosqueada, bem vedadas, para 20kg de sementes armazenadas em armazém convencional localizado em Pelotas, RS. O teor de água e a avaliação da qualidade fisiológica das sementes (germinação, envelhecimento precoce e emergência em campo) foi realizada a cada 30 dias nos primeiros 4 meses e a cada 15 dias nos últimos meses até completar os 240 dias. Os resultados permitiram concluir que: a) os sacos plásticos com 0,15mm de espessura e as bombonas plásticas com tampa rosqueada bem vedadas mostraram-se eficientes para manter sem flutuações o teor de água de sementes de feijão na faixa dos 9,6 aos 12,4% durante 240 dias. b) sacos de filme plástico com 0,15mm de espessura e bombonas plásticas vedáveis, mostraram ser embalagens equivalentes e eficientes para manter a qualidade fisiológica das sementes de feijão armazenadas durante 240 dias com até 12,4% de água, e c) umidades de até 12% são adequadas capacidade de emergência em campo de sementes de feijão armazenadas de abril a novembro em embalagens resistentes a trocas de umidade, em condições ambientais de Pelotas, RS.



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