AVALIAÇÃO DO OSMOCONDICIONAMENTO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE QUARESMINHA (Miconia candolleana TRIAN.)
EDUARDO EUCLYDES DE LIMA E BORGES, LUIZ FERNANDO SILVA E RITA DE CASSSIA G. BORGES
Amostras de sementes de quaresminha (Miconia candolleana Trian.) foram submetidas aos tratamentos A) embebição em água por até 168 horas, com retiradas diárias de amostras, para determinar o teor de umidade ou, secas até atingirem peso semelhante àquele antes da embebição, foram colocadas para germinar; B) Sementes foram colocadas para germinar em água ou soluções de polietilenoglicol (PEG, peso molecular 6000), manitol e cloreto de cálcio, nas concentrações de -0,1, -0,3 e -0,5 MPa. Este último potencial de PEG foi utilizado para testar o efeito da pré-hidratação das sementes em água por 168 horas, sobre a germinação e C) Sementes foram armazenadas em temperatura de 5 e 20°C, por período de 15 e 30 dias, após pré-embebidas por 120 e 144 horas. Em potenciais hídricos mais negativos o estresse hídrico foi mais eficiente na redução da germinação do que o estresse salino, ocorrendo o inverso em potenciais hídricos menos negativos. A pré-embebição das sementes aumenta a velocidade de germinação, sendo dependente do tempo de pré-embebição. O estímulo é reduzido quando as sementes pré-embebidas por 120 e 144 horas são armazenadas tanto a 5°C, quanto a 20°C. As sementes pré-embebidas em água aumentam o percentual de germinação mesmo quando colocadas em potenciais negativos (-0,5 Mpa).
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