EFEITO DO MOMENTO DE COLHEITA E DA CALAGEM NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE AMENDOIM (Arachis hypogaea L) CV. BOTUTATU

CLAUDIA A. VIEIRA ROSSETTO, JOÃO NAKAGAWA E CIRO ANTONIO ROSOLEM

 

Para estudar o efeito do momento de colheita de amendoim (Arachis hypogaea L.) cv. Botutatu e da calagem na qualidade fisiológica das sementes foi conduzido um experimento em solo classificado como Latossolo Vermelho Escuro, textura média, na época das águas do ano de 1991/92. O clelineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso em parcelas subdivididas, com quatro repetições. As parcelas constituíram-se de ausência e presença de calcário dolomítico (1,75 t/ha) e as subparcelas de nove épocas de colheita realizadas em intervalos semanais, a partir do 87o dia após a semeadura. As determinações referentes à qualidade fisiológica foram efetuadas logo após a colheita e aos 6 meses de armazenamento. Pôde ser constatado que o peso das sementes não diferiu no período de 108 a 143 dias da semeadura e não foi afetado pela calagem. Na presença de calcário, as sementes amadureceram antes e mantiveram por maior período de tempo a qualidade fisiológica. As sementes produzidas na presença de calcário, apresentaram melhor qualidade fisiológica, tanto logo após a colheita como aos seis meses de armazenamento. A máxima qualidade fisiológica das sementes foi observada aos 129 dias, tanto na presença como ausência de calcário, embora pelo aspecto visual das vagens e das sementes, a maturidade ocorra em tomo dos 115 dias.



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