EFEITO DA FORMA E DO TAMANHO DA SEMENTE NO DESEMPENHO NO CAMPO DE DOIS GENÓTIPOS DE MILHO

RAMIRO VILELA DE ANDRADE, CLAUDINEI ANDREOLI, CLEVERSON DA SILVEIRA BORBA, JOÃO TITO DE AZEVEDO, DEA ALÉCIA MARTINS NETTO E ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA

 

O trabalho foi conduzido em Sete Lagoas, MG, durante três anos consecutivos com o objetivo de se estudar a influência dos diferentes tamanhos e formas das sementes de milho no desempenho de duas cultivares de milho (BR 201 e RR 451). Os tratamentos foram constituídos por seis diferentes tamanhos e formas das sementes (peneiras 16/64? x 3/4?, 24/64?, 22/64?, 20/64?, 18/64? e 16/64?). O delineamento experimental de campo empregado foi o de blocos casualizados com cinco repetições e parcelas de 18,0m2 de área útil com densidade de 55.000 plantas por hectare. No laboratório, foi determinado o vigor, emergência em canteiro e peso de 1.000 sementes. As variáveis avaliadas a campo foram: altura de plantas, índice de espigas, peso de grãos por espiga e produção de grãos. Para todas as variáveis, o tamanho e a forma das sementes não afetaram significativamente o desempenho no campo, inclusive produção, para as duas cultivares estudadas. Levando em consideração que sementes de milho são comercializadas com base no peso, ou so de sementes de peneiras menores (P-16), pode resultar numa economia de sementes no plantio de até 44%, em relação a sementes maiores (P-24).



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