EFEITO DA BAIXA TEMPERATURA E DO GRAU DE UMIDADEDAS SEMENTES NA GERMINAÇÃO E NA EMERGÊNCIA DASPLÂNTULAS DE MILHO (Zea mays L.)

CARLOS CÉSAR EVANGELISTA DE MENEZES, TOCIO SEDIYAMA,ROBERTO FERREIRA DA SILVA E ANTÔNIO AMÉRICO CARDOSO

 

Determinou-se os efeitos de quatro períodos (zero, um, sete e 14 dias) de embebição combinados
com três graus de umidade das sementes (sete, 11 e 13% base úmida - bu.), sobre a porcentagem de germinação
e de vigor (emergência das plântulas), o peso da matéria fresca da parte aérea e altura das plântulas de milho dos
híbridos AG-403B, AG-404, AG-104 e AG-28C. O híbrido AG-403B demonstrou ser o mais sensível à temperatura
de 5oC durante o período de embebição, enquanto o híbrido AG-28C foi o menos sensível. O período de
embebição teve efeito negativo sobre a germinação das sementes e o vigor das plântulas. Exposições mais prolongadas
a 5oC (sete e 14 dias), resultaram em acentuada redução na porcentagem de germinação, na emergência e
no crescimento das plântulas. A sensibilidade ao frio, durante a embebição, foi parcial ou totalmente removida
quando a umidade inicial das sementes foi de 13%. Sementes com sete e 11% de umidade apresentaram-se mais
sensíveis. Esse comportamento é um indicativo de que sementes com grau de umidade mais elevado, quando
submetidas a baixas temperaturas durante a embebição, podem apresentar melhor germinação e emergência das
plântulas do que sementes com menor umidade.



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