INOCULAÇÃO DE Pseudomonas syringae pv. lachrymans EM SEMENTES DE PEPINOE SUA DETECÇÃO POR MEIO DE ISCAS BIOLÓGICAS
ANDREA BITTENCOURT MOURA E REGINALDO DA SILVA ROMEIRO
Procedeu-se à inoculação de sementes de pepino com suspensão de células de Pseudomonas syringae
pv. lachrymans pelo método de infiltração a vácuo (50cm Hg/ dois minutos) após as perfurações nas sementes
com auxílio de estilete. Pelo método de semeadura direta em vermiculita estéril, conseguiu-se infectar 97,92% das
sementes. Sementes não germinadas foram recuperadas, lavadas e trituradas em tubos de tampa rosqueável
contendo meio 523 de Kado & Heskett ao qual se adicionou cicloheximida a 200ppm. Em seções de frutos
verdes de pepino mantidas em câmara úmida em placas de petri estéreis foram introduzidos palitos de madeira
estéreis. No sítio de introdução do palito, foram depositadas 10µl do extrato de semente enriquecido, após zero
e 48 horas. Após incubação a 28oC por 24-48 horas, observou-se que o sintoma típico de infecção (anasarca
evoluindo para necrose) surgia na isca, caso a semente veiculasse P. syringae pv. lachrymans. Outras fitobactérias
usadas como controle não induziram nenhum sintoma nas iscas biológicas.
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