TESTE DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM GENÓTIPOS DE SEMENTES DE AMENDOIM
SILVELENA VANZOLINI E JOÃO NAKAGAWA
O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de
Agricultura e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP - Botucatu, com o
objetivo de estudar o efeito do genótipo nos resultados do teste de condutividade elétrica, para avaliação
do vigor de sementes de amendoim (Arachis hypogaea L). Utilizou-se o delineamento experimental
inteiramente casualizado. Avaliou-se a condutividade elétrica de seis genótipos de amendoim: ?Oirã?,
?Tupã?, ?Poitara?, ?Caiapó?, ?Tatu Branco? e ?Tatu?, após 24 horas de embebição das sementes, em 75ml
de água deionizada, com temperatura de 20ºC e quatro repetições de 25 sementes selecionadas. Os
resultados foram expressos em S/cm/g. Ajustou-se o teor de água das sementes dos genótipos para
7%. Foram determinados os teores de água, antes do início do teste e após a condutividade elétrica, a
porcentagem de germinação e o vigor, avaliado através da primeira contagem da germinação, classificação
do vigor das plântulas, envelhecimento acelerado, índice de velocidade de emergência das plântulas,
emergência das plântulas em campo e peso de matéria seca da plântula para caracterizar as sementes.
Concluiu-se que há dificuldade na comparação da qualidade entre genótipos de amendoim com sementes
de tamanhos distintos através da condutividade elétrica.
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