INFLUÊNCIA DO TAMANHO E DA FORMA DA SEMENTE DE DOIS HÍBRIDOS DE MILHONA QUALIDADE FISIOLÓGICA DURANTE O ARMAZENAMENTO

RAMIRO VILELA DE ANDRADE, CLAUDINEI ANDREOLI, CLEVERSON SILVEIRA BORBA, JOÃO TITO DE AZEVEDO, DEA ALÉCIA MARTINS-NETTO E ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA

 

Com o objetivo de verificar a influência do tamanho e da forma das sementes de milho sobre a sua qualidade fisiológica, durante o período de armazenamento, foi conduzido trabalho na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, MG, durante os anos de 1994 e 1995, avaliando-se as sementes em seis épocas (zero, 90, 180, 270, 360 e 450 dias de armazenamento). Para tanto, utilizaram-se 16 lotes de semen-tes do híbrido duplo BR 201 e quatro lotes do híbrido duplo BR 205, provenientes de cinco firmas produtoras de sementes, pertencentes a União dos Produtores de Sementes de Milho da Pesquisa Nacional (UNIMILHO). Os lotes foram classificados de acordo com as seguintes categorias e peneiras (P): redonda, P18 (18/64? x 3/4?); achatadas: P24 (24/64?), P22 (22/64?), P20 (20/64?) e P18 (18/64?). O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com três repetições. Os resultados indicaram que os lotes de sementes dos dois híbridos testados apresentaram, durante todo o período de armazenamento, índices de germinação superiores a 85%, que é o mínimo aceitável para comercialização, exceto o lote P24 do híbrido BR 201 a partir de 270 dias de armazenamento. Quando se comparou os lotes de sementes dos diferentes tamanhos de cada híbrido isoladamente, observou-se que a maioria das sementes apresentou potenciais de armazenamento semelhantes, com exceção da P24 híbrido BR 201 e a P18R híbrido BR 205.



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