SECAGEM ESTACIONÁRIA DE SEMENTES DE MILHO COM DISTRIBUIÇÃO RADIAL DO FLUXO DE AR. I. QUALIDADE FISIOLÓGICA DAS SEMENTES
CLÁUDIO CAVARIANI, WALTER RODRIGUES DA SILVA, LUIZ CARLOS MIRANDA, JOÃO NAKAGAWA E DANIELLA CÔRTES BELGIORNO
O trabalho estudou as conseqüências, provocadas às sementes de milho, da secagem estacionária com distribuição radial do fluxo de ar (espessura da camada igual a 61,5cm), variando o fluxo (18,6, 20,3 e 24,7m3/min./t) e a temperatura do ar insuflado (40, 44 e 48°C), considerando o tempo do processo e a posição das sementes na massa. Além das determinações das temperaturas e dos teores de água da massa, foi avaliado o desempenho fisiológico das sementes no início e ao final do período de seis meses de armazenamento. Os testes realizados não detectaram efeitos provenientes da duração da secagem e da posição das sementes na massa. Fixadas as temperaturas de 40 e 44°C, a elevação do fluxo tendeu a gerar prejuízos imediatos e latentes; sob 48°C, os dados não definiram, claramente, o comportamento relativo dos fluxos. Fixando, isoladamente, os fluxos de 18,6 e 20,3m3/min./t, o uso da menor temperatura (40°C) foi o mais favorável ao desempenho fisiológico; todavia, no fluxo de 24,7m3/min./t, a temperatura de 48°C foi a mais vantajosa. Assim, levando em conta as tendências gerais observadas, concluiu-se que reduções ou aumentos conjuntos nos valores do fluxo e da temperatura, admitidos os intervalos experimentais testados, beneficiaram a preservação da qualidade fisiológica das sementes.
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