INFLUÊNCIA DA EMBALAGEM E DO ARMAZENAMENTO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE ALGODÃO

EDNEI DE CONTI MACEDO, DORIS GROTH E JACIRO SOAVE

 

O presente trabalho foi conduzido no laboratório de Análises de Sementes do Departamento de Pré-Processamento de Produtos Agropecuários, da Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI) da Universidade Estadual de Campinas, com o objetivo de avaliar a qualidade fisiológica de sementes de algodão, acondicionadas em dois tipos de embalagens, durante o armazenamento. Após a colheita 40kg de sementes de algodão foram divididas em subamostras e acondicionadas nas embalagens de papel multifoliado e de plástico trançado. Para a determinação da qualidade fisiológica (germinação, envelhecimento acelerado e primeira contagem), as sementes foram avaliadas no início e a cada dois meses, durante 12 meses de armazenamento (junho de 1996 a junho de 1997), em condições de ambiente natural de Campinas, SP. A temperatura e a umidade relativa do armazém foram registradas e a umidade das sementes também foi determinada. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em parcelas subdivididas, com quatro repetições. Os resultados permitiram concluir que as sementes apresentaram boa armazenabilidade nas condições ambientais de Campinas; a umidade relativa do ar durante o armazenamento influenciou significativamente o grau de umidade das sementes de algodão, nas duas embalagens; durante o período de armazenamento, o comportamento da qualidade fisiológica das se-mentes de algodão, foi semelhante para as embalagens de papel multifoliado e de plástico trançado; a redução da qualidade fisiológica de sementes de algodão, teve início a partir do oitavo mês de armazenamento.



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