TESTE DE CONDUTIVIVIDADE ELÉTRICA EM SEMENTES DE AMENDOIM: EFEITOS DE TEMPERATURA E DE PERÍODO DE EMBEBIÇÃO

SILVELENA VANZOLINI E JOÃO NAKAGAWA

 

O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de Agricultura e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP - Botucatu, com o objetivo de estudar os efeitos de redução no período de embebição da semente e do aumento da temperatura no teste de condutividade elétrica, para avaliação do vigor de sementes de amendoim (Arachis hypogaea L.). Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com esquema fatorial 3x5. Avaliou-se a condutividade elétrica de três lotes de sementes de amendoim (peneira 20) da cultivar Tatu, após três horas de embebição das sementes, em 75ml de água deionizada, às temperaturas de 20, 25, 30, 35 e 40°C, utilizando-se quatro repetições de 25 sementes puras. A leitura da condutividade elétrica foi feita em condutivímetro e os resultados foram expressos em µS/cm/g. Foram determinados os teores de água das sementes, antes e após a avaliação da condutividade elétrica, a germinação, a primeira contagem da germinação, o índice de velocidade de emergência e a porcentagem de emergência de plântulas em campo. O teste de condutividade elétrica em sementes de amendoim, com três horas de embebição, possibilitou a separação do lote de qualidade inferior, em todas as temperaturas de embebição estudadas; a diferenciação entre os três lotes somente foi conseguida quando se utilizou a temperatura de 40°C de embebição.



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