TESTE DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM SEMENTES DE AMENDOIM: EFEITOS DE TEOR DE ÁGUA INICIAL E DE PERÍODO DE EMBEBIÇÂO
SILVELENA VANZOLINI E JOÃO NAKAGAWA
O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de Agricultura e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP - Botucatu, com o objetivo de estudar os efeitos de alguns fatores que podem afetar os resultados do teste de condutividade elétrica, para avaliação do vigor de sementes de amendoim (Arachis hypogaea L.), quais sejam: teor de água inicial da semente e período de embebição. Empregou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado. Utilizaram-se três lotes de sementes de amendoim, da cv. Tatu, da peneira 20 (7,94mm), com qualidades fisiológicas distintas. Os teores de água iniciais foram ajustados para aproximadamente 5%, 7% e 9%. A condutividade elétrica foi avaliada em oito períodos de embebição (3, 6, 9, 12, 15, 18, 21 e 24 horas), utilizando-se quatro subamostras de 25 sementes à temperatura de 20°C, compondo um fatorial 3x3, com quatro repetições, para cada tempo de embebição. A leitura da condutividade elétrica foi feita em condutivímetro e os resultados foram expressos em µS/cm/g. Para cada hora de exposição feita realizou-se a determinação do teor de água das sementes. Nas condições em que o trabalho foi conduzido, pode-se concluir que, para o teste de condutividade elétrica em sementes de amendoim: o teor de água inicial das sementes afeta os resultados e o tempo de embebição das sementes pode ser reduzido até três horas.
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