TESTE DE FRIO NA AVALIAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES DE SOJA

MARCELO HISSNAUER MIGUEL E SILVIO MOURE CICERO

 

Com o objetivo de avaliar a eficiência do teste de frio na determinação do vigor de sementes de soja, três cultivares, representados por três lotes de diferentes qualidades fisiológicas, foram submetidos à diferentes metodologias do teste de frio, variando-se o substrato (caixas plásticas contendo mistura de areia e terra, rolo de papel com terra e rolo de papel sem terra), a temperatura (10ºC e 15ºC) e o período de exposição ao frio (3, 5 e 7 dias). O trabalho foi conduzido em duas épocas, espaçadas de quatro meses. As diferentes metodologias do teste de frio foram comparadas entre si pelo teste de Tuckey e, posteriormente, estabeleceu-se correlações com outros testes de vigor rotineiramente empregados na avaliação da qualidade fisiológica de sementes de soja (primeira contagem de germinação, envelhecimento acelerado, condutividade elétrica e emergência de plântulas em campo). A análise dos dados e a interpretação dos resultados permitiram concluir que as metodologias de caixa e de rolo de papel com terra, proporcionaram reduções drásticas na emergência das plântulas, principalmente para os materiais com qualidades fisiológicas mais baixas. As metodologias de rolo de papel sem terra apresentaram as melhores correlações com os testes de primeira contagem de germinação, condutividade elétrica e emergência de plântulas em campo.



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