TRATAMENTO DE SEMENTES DE MILHO COM PÓ INERTE

ALBERTO SÉRGIO DO REGO BARROS

 

Com o objetivo de avaliar o efeito do tratamento com pós inertes na qualidade de sementes de milho, foi conduzido trabalho no Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR, em Londrina, Estado do Paraná, no período de setembro de 1996 a julho de 1997, utilizando-se sementes fiscalizadas de milho variedade, cultivar IAPAR 26, produzidas na safra 1995/96. Os tratamentos estudados foram: testemunha (sementes não tratadas); Deltamethrin (2g p.a./t) + Pirimiphos metil (20g p.a./t); formulação comercial de pó inerte (sílica amorfa e silicatos) na dosagem de 2kg/t; Deltamethrin (2g p.a./t) + Pirimiphos metil (20g p.a./t) + Captan (1200g p.a./t) e pó inerte (2 kg/t) + Captan (1200g p.a./t). As avaliações das sementes, realizadas em intervalos bimestrais, foram constituídas de: germinação, vigor (teste de frio sem solo e emergência das plântulas em campo), índice de sementes infestadas e grau de umidade. Nas condições em que o trabalho foi realizado, pode-se concluir que a utilização do pó inerte no tratamento de sementes de milho, isoladamente ou em mistura com fungicida, não interferiu em sua qualidade, apresentando desempenho semelhante aos tratamentos onde foram empregados inseticidas convencionais.



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