EFEITO DA HIDRATAÇÃO SEGUIDO DA SECAGEM NA QUALIDADEFISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO

CARLOS ALBERTO ARAGÃO, OTONIEL MAGALHÃES MORAIS, EDUARDO DO VALLE LIMA, LEANDRO BORGES LEMOS, CLÁUDIO CAVARIANI E JOÃO NAKAGAWA

 

Este trabalho foi conduzido no Laboratório de Análises de Sementes e em túnel plástico do Departamento de Agricultura e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu-SP, com o objetivo de avaliar os efeitos da hidratação, seguida da secagem, na qualidade fisiológica de sementes de feijão, das cultivares Carioca e Bolinha e determinar os danos causados no tegumento por este processo. As sementes foram submetidas a tratamentos de hidratação por períodos de 0, 6, 12 e 24 horas, as quais atingiram quatro teores de água (9,7; 11,5; 14,5 e 18,2% para a cultivar Carioca e 9,3; 10,8; 13,0 e 15,6% para a cultivar Bolinha). Após os tratamentos de hidratação, as sementes foram secadas até a umidade inicial 9,7 e 9,3% para as cvs. Carioca e Bolinha, respectivamente. As avaliações de germinação e vigor (primeira contagem do teste de germinação) indicaram que o tratamento 24 de horas de hidratação não diferiu estatisticamente da testemunha, entretanto contribuiu para melhorar a emergência das plântulas da cultivar Bolinha no campo.



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