EFEITOS DO ESTRESSE HÍDRICO NA GERMINAÇÃO E NODESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DE PEPINO

SALVADOR BARROS TORRES, ELVIS LIMA VIEIRA E JÚLIO MARCOS-FILHO

 

Sementes de três lotes de pepino (Cucumis sativus L.), cv. Rubi, foram expostas a
cinco potenciais osmóticos (zero; -0,2; -0,4; -0,6 e -0,8MPa) utilizando-se substrato umedecido
com soluções de polietileno glicol (PEG 6000), com o objetivo de avaliar os possíveis efeitos do
estresse hídrico na germinação e no desenvolvimento de plântulas de pepino. O experimento foi
conduzido no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de Produção Vegetal da
Escola Superior de Agricultura ?Luiz de Queiroz? (ESALQ/USP), no período de março a maio de
1999. Avaliaram-se a porcentagem de germinação, primeira contagem de germinação, porcentagem
de plântulas anormais, comprimento da plântula e massa seca da plântula. A análise dos resultados
permitiu concluir que a diminuição progressiva do componente osmótico do potencial hídrico do
substrato é prejudicial à germinação e, principalmente, ao desenvolvimento de plântulas. Potenciais
iguais e/ou inferiores a -0,4MPa podem ser considerados críticos à germinação e ao
desenvolvimento de plântulas de pepino, respectivamente.



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