QUALIDADE FISIOLÓGICA E ATIVIDADE ENZIMÁTICA EM SEMENTES DE MILHO SUBMETIDAS À SECAGEM ARTIFICIAL

STTELA DELLYZETE VEIGA FRANCO DA ROSA, ÉDILA VILELA RESENDE VON PINHO,MARIA DAS GRAÇAS GUIMARÃES CARVALHO VIEIRA, CUSTÓDIO DONIZETE DOS SANTOS E RUBEN DELLY VEIGA

 

Com o objetivo de investigar o efeito da secagem artificial, após a maturidade fisiológica na atividade de α-amilase, a germinação e o vigor, sementes de milho (Zea mays L.) híbrido triplo BR-3060, foram colhidas com teor de água de 42,2% (bu) e submetidas a 0, 4, 8, 16, 24, 32, 40, 48 e 56 horas de secagem a 35ºC, em um secador de pequena escala, obtendo-se sementes com teores de água de 42,2; 40,4; 38,0; 33,6; 25,9; 21,4; 17,7; 15,9 e 12,2%, respectivamente. Avaliações de germinação, vigor (primeira contagem, teste de frio e condutividade elétrica), determinação e quantificação de atividade enzimática de α-amilase foram realizadas após cada tempo de secagem. Houve significância, ao nível de 1%, do efeito da secagem em todos os parâmetros avaliados. As sementes colhidas com alto teor de água, próximo à maturidade fisiológica, não germinaram satisfatoriamente, até que atingissem o teor de água de 21,4%. O melhor desempenho de germinação e vigor foi atingido com 40 horas de secagem, quando as sementes atingiram um teor de água de 17,7% e a atividade da enzima α-amilase foi máxima. As altas correlações entre atividade enzimática e os resultados de germinação e de vigor confirmam os efeitos benéficos da secagem após a maturidade fisiológica, indicando que a redução no teor de água das sementes de milho estimula a síntese de α-amilase, permitindo o início do processo germinativo, após a reidratação.



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