GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE MARACUJÁ-DOCE (Passiflora alata Dryand)EM FUNÇÃO DE TRATAMENTO PRÉ-GERMINATIVO

CLAUDIA A.V. ROSSETTO, REGINA CELI C. CONEGLIAN, JOÃO NAKAGAWA, MAURICIO K. SHIMIZU E VICTOR AUGUSTUS MARIN

 

O presente trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da pré-embebição das sementes, pelo contato com substrato umedecido com soluções de ácido giberélico (GA3) e da escarificação das sementes na germinação e no vigor de maracujá-doce. No experimento I, foi realizado o preparo das amostras através da fermentação dos envoltórios das sementes com e sem arilo. Após
o preparo, as sementes foram secas à sombra e, em seguida, expostas em substrato umedecido com solução de zero, 150 e 300mg/l de GA3, por cinco dias, a 25oC e avaliadas pelo teste de germinação, empregando-se substrato umedecido com água destilada. No experimento II, o preparo das amostras foi realizado pela ausência da fermentação dos envoltórios das sementes com arilo; fermentação dos envoltórios das sementes sem arilo; fermentação dos envoltórios das sementes com arilo e ausência da fermentação dos envoltórios das sementes sem arilo. Após o preparo e a secagem, as sementes foram escarificadas com lixa e submetidas ao teste de germinação, empregando-se substrato umedecido com soluções de zero e 300mg/l de GA3. As sementes sem arilo, após terem sido submetidas a pré-embebição, pelo contato com substrato umedecido com soluções de 150 e 300mg/l de GA3, apresentaram maior porcentagem e velocidade de germinação.



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