TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE ALFACE
CANDICE MELLO ROMERO SANTOS E NILSON LEMOS DE MENEZES
Para avaliar tratamentos pré-germinativos de condicionamento osmótico, com e sem secagem posterior e ácido giberélico, em sementes de alface, do cultivar Hortência, que foram condicionadas em solução de polietileno glicol 6000 (PEG 6000), na concentração de 250g/l, estabelecendo o potencial osmótico de -0,80MPa. As mesmas foram mantidas por períodos de zero, 24, 48, 72, 96 e 120 horas, à temperatura constante de 20°C. Após o condicionamento osmótico, avaliou-se o efeito da secagem artificial, à 32ºC por quatro horas, nas sementes. Para o tratamento com ácido giberélico as concentrações de zero, 50, 100, 200, 400, 500, 600, 700, 800 e 1000ppm, foram utilizadas para umedecer o papel filtro durante o teste de germinação. Os parâmetros usados para avaliar os tratamentos foram: teste de germinação, primeira contagem do teste de germinação e comprimento das plântulas. Concluiu-se que o tratamento pré-germinativo de condicionamento osmótico no potencial de -0,80MPa e na temperatura de 20°C, com embebição por 96 horas, afeta positivamente a qualidade fisiológica das sementes de alface, aumentando o comprimento das plântulas. A secagem após o condicionamento osmótico por 96 horas de embebição mantém a germinação, mas reduz o comprimento de plântula de alface. O tratamento pré-germinativo ácido giberélico não afeta a germinação e aumenta o comprimento das plântulas, porém a partir de 500ppm causa estiolamento das mesmas.
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