QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE CULTIVARES DE SOJA SEMEADAS EM DIFERENTES DENSIDADES NO PERÍODO DE PRIMAVERA E DE OUTONO APÓS A COLHEITA E O ARMAZENAMENTO

EDSON LAZARINI, CARLOS ALEXANDRE COSTA CRUSCIOL, CÁSSIO LUIS BUZO E MARCO EUSTÁQUIO DE SÁ

 

Objetivando avaliar a qualidade fisiológica de sementes de cultivares de soja (IAC-
16, IAC-Foscarin 31, FT-2, IAC-100, IAC-8, IAC-9 e FT-Cristalina) semeadas nas densidades de
300, 400 e 500 mil plantas por hectare, no período de outono e de primavera na região de Selvíria-
MS, foi conduzido o experimento na Faculdade de Engenharia - Campus de Ilha Solteira/UNESP.
Após a colheita, as sementes foram armazenamento em condições ambientais e analisadas para
determinar a viabilidade dessas semeaduras, imediatamente após a colheita e aos seis meses após
a colheita de cada época de semeadura. Avaliou-se a qualidade fisiológica das sementes (germinação
e vigor). A época 2 de semeadura (outono) foi a que proporcionou sementes de melhor qualidade
fisiológica, estando dentro dos padrões aceitáveis para utiliza-las como semente no Estado do
Mato Grosso do Sul. A densidade de semeadura afetou o vigor das sementes quando avaliado
pelo envelhecimento acelerado e o índice de velocidade de germinação. As cultivares, realizadas
aos seis meses de armazenamento, se comportaram de maneira semelhante quanto a qualidade
fisiológica das sementes. O tempo e as condições ambientais de armazenamento depreciaram a
qualidade das sementes de todas as cultivares, não as enquadrando dentro dos padrões aceitáveis
para comercialização.



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