INOCULAÇÃO DE SEMENTES E APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO E MOLIBDÊNIO NA CULTURA DO FEIJÃO DE INVERNO: PRODUÇÃO E QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES

DANIELLA ARAI ZANETTA BASSAN,, ORIVALDO ARF, SALATIÉR BUZETTI, MARCO ANTONIO CAMILLO DE CARVALHO,,NELI CRISTINA BELMIRO DOS SANTOS, E MARCO EUSTÁQUIO DE SÁ

 

O feijoeiro por ser leguminosa apresenta a possibilidade de se beneficiar da associação
simbiótica com bactérias do gênero Rhizobium, o que pode possibilitar a economia de fertilizantes
nitrogenados. A aplicação de nitrogênio, molibdênio e a inoculação de sementes podem interferir
no processo simbiótico, assim, estudos que visem verificar a influência desses fatores na cultura
de feijão, são de grande importância. Estudou-se os efeitos da inoculação de sementes, aplicação
de nitrogênio e de molibdênio em plantas de feijão, no inverno, em experimento conduzido em
área pertencente à UNESP- Ilha Solteira, localizada no município de Selvíria-MS. O delineamento
experimental foi de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2x3x4, com quatro repetições. Os
tratamentos constaram da presença ou ausência de inoculação com Rhizobium tropici, ausência
ou aplicação de molibdênio via foliar ou em sulcos e quatro níveis de adubação nitrogenada em
cobertura. A inoculação promoveu acréscimo no peso da matéria seca de plantas, porém o número
de vagens por planta, sementes por vagem e peso de 100 sementes foram maiores na ausência de
inoculação. A dose de 90kg/ha de nitrogênio proporcionou maior produtividade de grãos, tanto na
presença como na ausência de inoculação. A aplicação de molibdênio não exerceu efeito sobre os
parâmetros estudados. Não houve efeito da inoculação, tanto na germinação como na emergência
das plântulas em campo; o maior índice de germinação foi obtido no tratamento sem molibdênio
e com aplicação de 90kg/ha de nitrogênio em cobertura.



Patrocinadores