GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE CAPIM-MARMELADA (Brachiaria plantaginea (Link) Hitchc.) TRATADAS COM ÁCIDO GIBERÉLICO

BÁRBARA FRANÇA DANTAS, ELZA ALVES, CARLOS ALBERTO ARAGÃO, MAURO BRASIL DIAS TOFANELLI,MARCELO ROCHA CORRÊA, JOÃO DOMINGOS RODRIGUES, CLÁUDIO CAVARIANI E JOÃO NAKAGAWA

 

- O trabalho foi realizado no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de
Produção Vegetal, da Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista,
Botucatu - SP, com o objetivo de avaliar o efeito do ácido giberélico (GA3) na germinação de
sementes de Brachiaria plantaginea (Link) Hitchc., submetidas a escarificação mecânica e química.
Em laboratório, as sementes sofreram apenas escarificação mecânica, sendo colocadas para
germinar em caixas plásticas, sobre duas camadas de papel germitest embebidos com 12ml de
solução de GA3 nas concentrações de zero; 0,125; 0,25; 0,50; 1,0; 2,0; 4,0 e 8,0mmol.l-1, em
germinador a 25oC. Em casa-de-vegetação, logo após a escarificação mecânica e química as
sementes foram tratadas com soluções de GA3, zero (controle); 0,25; 0,50; 1,0 e 2,0mmol.l-1. Para
cada tratamento, foram utilizadas quatro subamostras de 20 sementes, sendo estas semeadas a
uma profundidade de 5cm em caixas plásticas com solo. Determinou-se a porcentagem de
germinação, o tempo médio de germinação, a velocidade média de germinação, o índice de
velocidade de germinação e curvas de germinação das sementes em laboratório e de emergência
de plântulas normais, em casa de vegetação, para as duas condições. Os resultados indicam que,
em laboratório, o GA3 promove a maior porcentagem de germinação e menor tempo médio de
germinação e a escarificação mecânica permite maior germinação, tanto em laboratório como em
casa de vegetação.



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