TESTES DO pH DO EXSUDATO PARA SEMENTES DE MILHO

ALEXANDER CHÁVEZ CABRERA E SILMAR TEICHERT PESKE

 

Com a finalidade de verificar os resultados para genótipos de milho e simplificar o
processo por meio da avaliação individual e massal das sementes, desenvolveu-se o presente
estudo. Foram utilizados 32 lotes de sementes de milho em dois experimentos. O primeiro visou
a avaliação individual do pH do exsudato das sementes, empregando concentrações de uma solução
indicadora (SI) composta de carbonato de sódio e fenolftaleína, e períodos de embebição de
sementes. O segundo visou a avaliação massal das sementes em duas modalidades: (i) do tempo
necessário até desaparecimento da coloração rosa forte do meio contendo sementes, água destilada
e SI agregada ao início da prova, (ii) quantidade da SI necessária para colorir o exsudato das
sementes após embebição em água destilada. A germinação e o vigor (teste de frio) foram
correlacionados com os dados obtidos no teste de pH do exsudato. Baseado nos resultados concluiuse
que é possível determinar a viabilidade das sementes pelo teste de pH do exsudato massal,
porém, apresenta relação mediana com o teste de frio. O processo de determinação da viabilidade
das sementes pelo teste de pH do exsudato individual que melhor relaciona-se é o utilizado a SI
após 20? de embebição. Na avaliação massal, é possível determinar que lotes de sementes de
baixa qualidade requerem mais de 0,7ml da SI para mudar de coloração, após 25min. de embebição.



Patrocinadores