QUALIDADES FÍSICA E FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE AMENDOIM SUBMETIDAS A DOSES DE GESSO AGRÍCOLA COMBINADAS A ÉPOCAS E MODOS DE APLICAÇÃO: II. ÁREA SEM CALAGEM

MARIA CRISTINA MINGUES SPINOLA E SILVIO MOURE CICERO

 

O trabalho foi conduzido com sementes de amendoim, cv. ?Tatu?, em blocos
casualizados, com três repetições, tendo como objetivo avaliar a qualidade física e fisiológica de
sementes de amendoim submetidas a diferentes doses, épocas e modos de aplicação de gesso
agrícola. Os tratamentos constituíram-se de doses de gesso agrícola (zero, 400, 800, 1200kg/ha),
épocas de aplicação (semeadura e florescimento) e localização do gesso agrícola (área total e
sulcos de semeadura). Foi realizada adubação de semeadura a base de fósforo (80kg/ha de P2O5)
e potássio (30kg/ha de K2O). As avaliações da qualidade das sementes foram realizadas por meio
da massa de 100 sementes, testes de germinação, vigor (primeira contagem da germinação,
envelhecimento acelerado, condutividade elétrica, emergência das plântulas em campo) e
determinação dos macronutrientes contidos nas sementes. O gesso agrícola, independentemente
das doses, épocas e locais de aplicação, foi benéfico para a qualidade das sementes. O local de
aplicação do gesso agrícola, revelou interferência na qualidade das sementes, sendo a aplicação
do insumo, em área total, mais satisfatória do que a aplicação em sulco. As doses de gesso agrícola
em função do seu local de aplicação, influenciaram o conteúdo de nitrogênio, potássio e magnésio
nas sementes. A adubação com PK aumentou o teor de nitrogênio e fosforo nas sementes.



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