AVALIAÇÃO DE MÉTODOS DE EXTRAÇÃO DO ARILO E TRATAMENTO COM ETHEPHON EM SEMENTES DE Passiflora giberti N.E. Brown PELOS TESTES DE GERMINAÇÃO E DE TETRAZÓLIO

GISELA FERREIRA, ALESSANDRA MARIA DETONI, SAIONARA MARIA TESSER E MARLENE M. MALAVASI

 

Com o objetivo de avaliar o efeito de dois métodos de extração de arilo e cinco
concentrações de ethephon em sementes de Passiflora giberti N.E.Brown, empregou-se o teste de
germinação e de tetrazólio para a realização deste experimento, no Laboratório de Tecnologia de
Sementes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, campus de Marechal
Cândido Rondon, no período de 01/06 a 03/07/01. O delineamento foi o inteiramente casualizado
com cinco repetições de 25 sementes por parcela. Os frutos foram coletados em Marechal Cândido
Rondon e os tratamentos foram constituídos pela combinação de dois tipos de extração do arilo e
embebição das sementes em cinco concentrações de ethephon por cinco horas. A semeadura para
o teste de germinação foi realizada em rolos de papel germitest mantidos em câmara de germinação
com temperatura alternada (25-30ºC). O teste de tetrazólio foi feito no lote de sementes antes da
instalação do experimento e no final do teste de germinação, 30 dias após a semeadura. Os resultados
demonstram que ocorerram interações significativas entre os métodos de extração do arilo e as
concentrações de ethephon para a vitalidade de sementes. Pode-se observar que somente na extração
por fermentação com a concentração de 600mg.l-1 verificou-se diminuição significativa na vitalidade
das sementes, diferindo dos demais tratamentos. Na extração do arilo por fricção com pano todas
as concentrações demonstraram-se semelhantes. Os métodos de extração do arilo não afetaram a
vitalidade das sementes de Passiflora giberti N.E. Brown com presença de dormência, exceto
quando se empregou 600mg.l-1 de ethephon. Tratamentos com ethephon não foram adequados
para proporcionar a germinação das sementes.



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