Alterações na arquitetura de plantas e na qualidade fisiológica de sementes de canola em função da densidade de semeadura

ELIAS ABRAHãO JACOB JUNIOR, LILIANE MáRCIA MERTZ, FERNANDO AUGUSTO HENNING, ISABEL RODRíGUEZ QUILóN, MANOEL DE SOUZA MAIA, JOSé MARIA DURAN ALTISENT

 

O objetivo neste estudo foi avaliar alterações nos componentes de rendimento e na qualidade fisiológica de sementes de canola, em diferentes densidades de semeadura. O experimento foi instalado em casa-de-vegetação, na Empresa REIPESOL, localizada na cidade de Madri – Espanha. Utilizou-se a variedade hibrida comercial “Toccata”. Inicialmente a densidade de semeadura foi de 360 mil plantas por hectare. Posteriormente realizou-se o raleio obtendo-se as densidades de 360, 250 e 180 mil plantas por hectare. As sementes foram encaminhadas para Universidade Politécnica de Madri, onde foram avaliadas alterações na arquitetura das plantas, bem como, a qualidade fisiológica de sementes oriundas de diferentes partes da planta. As plantas de canola apresentaram alterações na morfologia e nos componentes do rendimento em resposta às variações na densidade de semeadura. A população de 250 mil plantas por hectare apresentou o melhor rendimento. O número de vagens por planta foi o componente que mais influenciou no aumento da produtividade. A distribuição espacial das sementes na planta e a densidade de semeadura não afetam a qualidade fisiológica das sementes.



Patrocinadores