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25 Feb
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Abrates promove o primeiro hackathon sementeiro do Brasil

Pré-evento do XXI Congresso Brasileiro de Sementes, a maratona promete soluções inovadoras para o setor sementeiro; inscrições vão até 31 de março

A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) realiza a partir de março, em parceria com a Corteva Agriscience, o Seedthon, o primeiro hackathon sementeiro do Brasil, que promete trazer soluções inovadoras para o setor. O Seedthon é um pré-evento do XXI Congresso Brasileiro de Sementes (XXI CBSementes), que será realizado pela Abrates entre os dias 6 e 9 de dezembro de 2021, na Expo Unimed, em Curitiba (PR). 

O Seedthon integra o programa mundial de eventos Plant Science Symposia Series, iniciativa da Corteva que desde 2008 vem estimulando as novas gerações de cientistas do agro, conectando empresas, estudantes, pesquisadores e profissionais do setor em eventos que trazem avanços para a agricultura. O tema do Seedthon é “Inovações no setor sementeiro” e deve reunir técnicos, empresários, pesquisadores, docentes e estudantes, além de representantes da indústria vinculados ao setor agrícola.  

On-line e gratuito 

O evento será realizado no formato totalmente on-line e as inscrições são gratuitas. Os interessados em participar devem se inscrever até o dia 31 de março de 2021 no site do XXI CBSementes. As inscrições podem ser feitas por equipe ou individual. Os inscritos que não tiverem equipe formada serão direcionados para um grupo no Telegram, formado por pessoas na mesma situação, para que possam se conhecer e formar suas equipes pelo aplicativo. 

No dia 18 de março, os detalhes do evento serão divulgados na Live Seedthon, que terá transmissão simultânea, a partir das 20h, nos canais da Abrates e Seedthon do YouTube. As equipes inscritas passarão por treinamentos durante 45 dias nas áreas de projeto, inovação, pitches, como vender uma ideia, e também mentorias técnicas de empresas e universidade, onde os problemas reais do setor serão discutidos com as equipes participantes. O pitch final está programado para a última semana de maio.

A organização do Seedthon está sob a responsabilidade de estudantes e profissionais de agronomia de dez universidades do País. Do Paraná, integram a comissão organizadora Andreza Cerioni Belniaki, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Emanueli Bastos Garcia, da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Rayssa Fernanda dos Santos, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). São Paulo conta com a representação de Samara Moreira Perissato, da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Lívia Araújo Rohr, da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ), da Universidade de São Paulo (USP). De Minas Gerais, o hackathon tem a colaboração de Daniel Teixeira Pinheiro, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), e Venícius Reis, da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Integram a equipe também Erivanessa Sarmento, da Universidade Federal do Ceará (UFC), Jaquelini Garcia, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e Jucimar Alves de Souza, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).  

De acordo com a agrônoma Andreza Cerioni Belniaki, pós-graduanda da UFPR, o primeiro hackathon sementeiro do País deve reunir dezenas de equipes, que poderão ser compostas de três a seis pessoas. “Temos um limite de participantes em função dos prazos e avaliação das soluções. Queremos que este evento conecte o setor. Após ouvirmos os anseios de mais de 60 empresas de várias regiões do Brasil já temos três cases e vamos colocar estes desafios para discussão no Seedthon, na busca de criar as soluções, checar novas demandas, incentivar o empreendedorismo e propiciar as conexões entre profissionais, pesquisadores e empresas, permitindo a construção de networking. Esse é o grande objetivo da maratona”, detalha Andreza. 

Os cases só serão divulgados pela organização um mês antes das apresentações dos pitches finais, em que as equipes terão um tempo breve para defender a solução encontrada para o case escolhido. Segundo os organizadores, os desafios buscam tecnologias e inovações para o setor sementeiro. 

Premiação 

As três melhores equipes serão premiadas. A primeira colocada receberá R$ 16 mil e bolsa de 30% de desconto em qualquer curso de MBA da Esalq/USP (Pecege), a segunda melhor equipe, R$ 10 mil e a terceira, R$ 8 mil. Além destes atrativos, várias empresas irão fornecer mentoria e estarão de ‘olho’ nos participantes para possível recrutamento de novos talentos. 

A agrônoma Emanueli Bastos Garcia, pós-graduanda da UEL, destaca que o regulamento do hackthon estimula as equipes com maior diversidade de integrantes. “Estas equipes ganharão pontos, em caso de empate na avaliação. As que tiverem em sua composição profissionais que já atuam na área sementeira, estudantes de graduação e pós-graduação do setor, profissionais de áreas diversas, como TI, engenharias e administração terão sua nota elevada e podem ter uma melhor pontuação”, enfatiza Emanueli. 

Podem participar do Seedthon qualquer pessoa maior de 18 anos, de qualquer área profissional, que queira empreender no setor sementeiro. “Não precisa ser agrônomo, pode ser técnico agrícola, ou de qualquer outra área profissional. Pode até ter uma equipe inteira de pessoas de outros países, desde que tenha um integrante que fale o português para ser o interlocutor e fazer as apresentações”, explica Andreza. 

O Seedthon conta com o patrocínio da Corteva, Agrotis, Rizobacter, Incotec, Silomax, Pecege e GDM; e também com o apoio da AgroAgenda e InovaHub. 

  

SERVIÇO 

SeedThon - “Inovações no setor sementeiro” 

Período de inscrições: de 22 de fevereiro a 31 de março de 2021 

Live SeedThon: 18 de março, às 20h, na página do evento no Youtube 

Inscrição: site do evento 

Contatos: Grupo Telegram e LinkedIn

 

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